Xiru Lautério "O PERSONAGEM MAIS BAGUAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS BRASILEIRAS"

16 de out de 2009

Elias e a charge do Diário


13 de out de 2009

Penápolis: O Mundo Segundo as Galinhas

by Máucio

Que eu me lembre, depois de ser gestada na mente criativa do Máucio, PENÁPOLIS, com todo seu universo de personagens, “descascou” nas páginas da revista Garganta do Diabo, publicada por muitos anos pelo Grupo de Risco, integrado pelos “quatro cavaleiros do apocalápis”: Elias, Máucio, Orlando Fonseca e este que aqui digita.
Já naquela época, eu gostava da idéia e dos cartuns que o Máucio fazia, utilizando esses personagens galináceos super engraçados e sempre com “piadas” coerentes e oportunas. Achava um desperdício ver esse trabalho interrompido.
Agora, quando soube que o motivo porque que o Máucio, após sumir por vários dias, sem dar as caras por aí, desaparecendo até mesmo do MSN, foi por causa que ele estava cuidando da produção de uma nova “ninhada” de excelentes cartuns com os personagens de PENÁPOLIS, aí sim, fiquei muito faceiro e mais ainda quando tive a honra de ser convidado para escrever algo sobre esse trabalho.
PENÁPOLIS confirma Máucio como exímio cartunista e garante a continuidade de um trabalho criado nos bons tempos da “Garganta” (ou “do” Garganta, como costumavam se referir alguns de nossos leitores ou colaboradores). De certa forma, mostra a permanência da Garganta do Diabo, que não só contribuiu para a criação de tantos outros trabalhos, como oportunizou o surgimento de vários humoristas do traço e da escrita durante mais de duas décadas, além de garantir espaço editorial para humoristas já consagrados.
Com PENÁPOLIS, Máucio sai da “casca” e nos oferece uma coleção de cartuns de altíssimo nível, apropriados para curtir momentos de bom humor, distração e reflexão.
Vale à “pena” ler e se divertir com PENÁPOLIS. Parabéns meu amigo, cartunista Máucio.

Tele Penápolis

Penápolis

6 de out de 2009

Vernissage de Sandra Knackfuss























Dia 08/10 - 20:00 h / Sala Iberê Camargo / Santa Maria - RS

sobrevivência planetária

"A moderna sociedade industrial é uma religião fanática. Estamos derrubando, envenenando e destruindo todos os sistemas vivos do planeta. Estamos assumindo dívidas que nossos filhos não poderão pagar... Agimos como se fôssemos a última geração no planeta. Sem uma mudança radical no coração, na mente, na visão, a Terra se extinguirá como Vênus, calcinada e morta."

José Antonio Lutzenberger, citado no Sunday Times, An East-West Dialogue (Boston: Wisdom, 1991), 55. Citado também por Sogyal Rimpoche em O Livro Tibetano do Viver e do Morrer, Ed. Talento em co-edição com edit. Palas Athena, 10ª edição, agosto de 2007.